Day & Age

Quando Day & Age foi lançado, em novembro de 2008, eu ainda estava curtindo minha paixão tardia pelo Sam’s Town. Mas assim que me deparei com o clipe de Human, primeiro single do terceiro álbum do Killers, na televisão, me encantei com o visual glam de Brandon Flowers, o Grand Canyon como cenário e, claro, a música. 

Sam’s Town foi o responsável por me reapresentar ao Killers e me fazer descobrir que existia muito por trás da “banda de Somebody Told Me”. Mas Day & Age me fez sentir aquela clássica sensação de que as músicas haviam sido feitas especialmente para mim. Que cada batida era uma espécie de conexão inexplicável com pessoas que eu nunca vi e que nem sabem que eu existo.

Todas essas sensações e sentimentos foram confirmados no dia 21 de novembro de 2009, quando a banda veio para o Brasil e me proporcionou um dos melhores momentos dos últimos tempos. E foi assim, em meio a lama, caos e Killers, que aprendi que ser fã de verdade é muito mais simples do que conhecer todas as músicas e ter todos os álbuns: é apenas sentir sem precisar entender ou explicar.

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