Sam’s Town

Sam’s Town, o segundo álbum do The Killers, foi meu presente de Natal em 2006. Na época, ainda estava me recuperando da overdose de Hot Fuss e, por isso, acabei não dando a devida atenção ao novo trabalho da banda. Quase dois anos depois, durante um momento de conhecer coisas novas e resgatar antigas, decidi dar outra chance ao Sam’s Town. E essa foi uma das melhores coisas que fiz na minha “trajetória” musical.

Quando ouvi Sam’s Town com carinho, me encantei por músicas como Read My Mind, For Reasons Unknown e Bones. Depois, passei a amar as faixas menos conhecidas, como Bling (Confessions of a King) This River is Wild. A essa altura, eu já estava apaixonada e já havia me embrenhado por um caminho cuja volta eu nunca vou querer encontrar.

No segundo álbum, os sintetizadores continuaram em destaque, mas de um jeito que viria a se tornar uma das maiores características do Killers. A guitarra de Dave Keuning apareceu com mais força, Brandon Flowers mostrou mais personalidade ao impor sua voz e estilo e as letras também vieram mais ricas e cheias de significados. Considerado por alguns como “conceito”, o álbum, nas palavras do próprio Brandon, conta, em ordem cronológica, tudo o que foi importante para que ele chegasse onde chegou.

Por tudo isso, não importa quantos bons álbuns eles ainda irão produzir. Eu sei que Sam’s Town sempre será dono de um espaço especial simplesmente por ser tão cheio de… Killers.

E foi assim que eu aprendi a valorizar o timing.

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