Monthly Archives: September 2011

Something Blue

Something Blue é a continuação de O Noivo da Minha Melhor Amiga (ou Something Borrowed), mas não é uma sequência convencional. No segundo livro da série, Emily Giffin conta o que acontece após o final do primeiro volume, só que na pele de Darcy Rhone, a então “melhor amiga”. Na minha opinião, Something Blue merece atenção pelo simples fato de ser inusitado, mas, confesso que, apesar de estar mega curiosa para saber como a autora iria desenrolar a trama na pele da “vilã” da história anterior, estava com um pé atrás. Acho que é algo complexo de se fazer e que pode ficar muito bom ou muito ruim.

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SE VOCÊ NÃO LEU O NOIVO DA MINHA MELHOR AMIGA, CUIDADO COM O SPOILER!

Depois de ser trocada por Rachel e descobrir que está grávida de Marcus, Darcy decide manter a pose e assume seu relacionamento com o futuro pai do bebê. Por um tempo, ela finge que a vida está como ela gostaria, mas a verdade é que tudo está dando errado. Então, quando finalmente admite que as coisas não poderiam estar piores, Darcy decide recomeçar do zero. E, para isso, decide se mudar para Londres e se hospedar na casa de seu amigo, Ethan – mas, convencê-lo a participar da empreitada não será fácil.

Quando chega a Londres, Darcy continua se comportando (mal) como sempre: é egoísta e manipuladora, culpa os outros pelos seus problemas e gasta mais do que pode. Mesmo assim, ela continua levando a vida com toda a pompa, até fazer uma descoberta que pode mudar seu modo de encarar o mundo – isto é, se ela quiser…

PRONTO, ACABOU O SPOILER!

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Como eu falei acima, o estilo de narrativa que Emily Giffin seguiu pode dar em algo simplesmente sensacional ou totalmente péssimo. E, no caso de Something Blue, o resultado foi muito melhor do que eu esperava – afinal, assumir uma personagem já conhecida do público e suas perspectivas é um desafio e tanto. Primeiro porque, depois de encarnar a certinha Rachel, a autora precisa personificar a espevitada Darcy – e faz isso com louvor. Outro problema é que Darcy é simplesmente a “vilã” em O Noivo da Minha Melhor Amiga, então você já começa a leitura propensa a não gostar da protagonista. Mas, ao longo do livro, Darcy cativa, mesmo sendo tão errada de vez em quando, e você passa a realmente torcer por ela – arrisco até dizer que Darcy se torna mais interessante do que Rachel e é, na verdade, a protagonista das duas histórias.

Moral da história: Emily Giffin superou todos os obstáculos e transformou Something Blue em uma sincera e emocionante história sobre amizades, aprendizados, escolhas e, principalmente, redenção. O livro também conta com uma dose perfeita de humor e surpresas, além de fazer com que a gente pare e olhe para dentro de nós mesmos, à procura de possíveis erros como os de Darcy.

Título original: Something Blue
Livro anterior: O Noivo da Minha Melhor Amiga
Autora: Emily Giffin
Ano: 2005
Páginas: 352
Tempo de leitura: 10 dias
Avaliação: 5 estrelas

Mais Emily Giffin

O Noivo da Minha Melhor Amiga
Ame o que é seu  

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Back to 2007

Em 2007, as parcerias entre cantores pop e rappers tomaram conta de vez do cenário musical. Timbaland fez mil e uma parcerias, mas, na minha opinião, o ano foi mesmo de Rihanna e seu guarda-chuva (uva uva uva u u u).

10. LDN – Lily Allen

9. Rehab – Amy Winehouse

8. Say ok – Vanessa Hudgens

7. Last Night – Keyshia Cole feat. P. Diddy

6. Ayo Technology – Justin Timberlake, 50 Cent e Timbaland

5. Give it to me – Justin Timberlake, Nelly Furtado e Timbaland

4. The Way I Are – Timbaland feat. Keri Hilson

3. Say it Right – Nelly Furtado 

2. Big Girls Don’t Cry – Fergie

1. Umbrella – Rihanna

Te dedico, Thy! Hahaha!

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Grande parte dessa lista é quase trash, mas eu confesso que adoro. Essas músicas marcaram alguns momentos que guardo com carinho e me divertiram também quando eu estava precisando :) e vocês, se lembram delas?

Nota de rodapé: e o “Back to…” termina aqui. Espero que tenham gostado!

Mais nostalgia:

Back to 2006
Back to 2005
Back to 2004
Back to 2003
Back to 2002
Back to 2001
Back to 2000

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Fim de semana: imagens e filmes

Da esquerda pra direita, de cima pra baixo:

1. Sexta-feira animadíssima no karaokê com meus queridíssimos amigos Diego e Karina (que não está na foto, como acho que dá pra ver, haha)

2. Café caprichado na tarde do sábado com o boyfriend.

3. Momento egocêntrico (e suuuper animado) e tentativas de edição de imagem.

4. E meu Timão volta a ganhar :)

5. O primeiro Chocottone de 2011, yummy!

6. Presentes: Elixir, da Hilary Duffy (from me to me); Uma Proposta Irrecusável (Jill Mansell) e L.A Candy (Lauren Conrad) (from boyfriend)

Ps: as fotos 1, 4 e 5 foram editadas no Instagram. Já as outras foram frutos dos meus experimentos no PS Express para iPhone – recomendo!

Filmes

O Retrato de Dorian Gray

Dorian Gray (Ben Barnes) é um jovem órfão que, a princípio, não acredita ser dono de uma beleza peculiar. No entanto, após ter seu retrato perfeitamente pintado, Dorian sucumbe às pressões de Lord Henry (Colin Firth) e passa a crer que a beleza e a juventude, acompanhadas de doses infinitas de prazer, são suas maiores virtudes. De alguma forma, Dorian não envelhece, nem sofre qualquer dano físico, mas o quadro com seu retrato ostenta todas as consequências do tempo e do seu estilo de vida. E essa se torna a principal arma do jovem que se transformou em um ser cruel e egocêntrico.

Eu fiquei animada assistir ao O Retrato de Dorian Gray porque meu namorado já leu o livro (homônimo, escrito por Oscar Wilde) e gostou. Mas, o filme foi uma decepção. Ele, que leu a obra original, reprovou porque muitas mudanças incoerentes foram feitas – e algumas delas realmente podem passar uma ideia errada sobre a história original. Já eu achei que a trama se desenrolou muito rápido e não teve um desfecho e/ou explicação dignos – sem contar os (d)efeitos especiais. O que realmente valeu a pena foi ver os lindos Ben Barnes e Colin Firth contracenando e a vontade que fiquei de ler o livro de Oscar Wilde.

Título original: Dorian Gray
Diretor: Oliver Parker
Ano: 2009
Minutos: 112
Elenco: Ben Barnes e Colin Firth
Avaliação: 2,5 estrelas

As Coisas Impossíveis do Amor

Emilia (Natalie Portman) é advogada e casada com Jack (Scott Cohen). Ela leva uma vida feliz e tranquila, apesar de não se dar muito bem com o enteado, William, e a ex-mulher de seu marido, Carolyn (Lisa Kudrow). No entanto, quando Isabel, a filha que Emilia e Jack esperavam, morre após poucos dias do seu nascimento, a vida da advogada se torna um verdadeiro inferno. A dor pela perda torna Emilia amarga e a convivência com ela fica quase insuportável.

Eu aluguei o filme por ser com a Natalie Portman e eu nunca dispenso nada que seja com ela. Mas até que me surpreendi. Primeiro porque o longa não é água com açúcar, como o título e até mesmo a capa possam sugerir. Mas, sim, uma trama densa, com boas doses de drama e que mostra a dor e o sofrimento como eles realmente podem ser. Acima de qualquer coisa, As Coisas Impossíveis do Amor é uma história sobre perda, superação, redenção e, principalmente, aceitação.

Título original: Love and Other Impossible Pursuits
Diretor: Don Roos
Ano: 2009
Minutos: 119
Elenco: Natalie Portman e Lisa Kudrow
Avaliação: 4 estrelas

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Gostaram das fotos? Já viram algum desses filmes?

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Memorable Quotes #1

Eu sou simplesmente viciada em quotes de livros e filmes e trechos de música. Tenho vontade de anotar todas na parede do meu quarto, hahaha. Mas, como acho que essa não seria a melhor ideia, resolvi compartilhar algumas dessas frases inspiradoras (pra mim, pelo menos) com vocês! Para essa primeira leva, escolhi quotes que falam um pouco sobre como encarar a vida – e com as quais eu concordo plenamente.

“O homem que disse ‘Eu prefiro ter sorte do que ser bom’ sabia muito sobre a vida. As pessoas têm medo de encarar como grande parte dela depende da sorte. É assustador pensar que tantas coisas estão fora de controle. Existem momentos em um jogo em que a bola toca a rede e, por um segundo, ela pode ir para o outro lado ou voltar para o seu. Com um pouco de sorte, ela vai para o outro lado, e você ganha. Ou talvez não, e você perde” – Chris Wilton (Johnathan Rhys-Meyers), em Ponto Final – Match Point

“Eu sou dono da minha própria vida. Mas não tenho paz de espírito. E se você não tem isso, você não tem nada” – Alfie Elkins (Jude Law), em Alfie – O Sedutor

“Às vezes, apesar do seu esforço, a vida te dará limões. Quando isso acontecer, você tem duas opções, amigo: fazer cara feia ou fazer uma limonada” – Burke Ryan (Aaron Eckhart), em O Amor Acontece

Por mais difícil que seja ficar triste, você não acha que é mais difícil não ficar?” – Carmen (America Ferrera), em Quatro Amigas e Um Jeans Viajante

E aí, de qual vocês gostaram mais?

Nota de rodapé: os temas vão se repetir porque sempre acabo esquecendo de outras.

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Back to 2006

Em 2005, o rock alternativo mostrou suas asinhas, mas, no ano seguinte, as músicas pop em parceria com rappers tomou conta do cenário.

10. Na Sua Estante – Pitty

9. Dani California – Red Hot Chili Peppers

8. Vertigo – U2

7. Get Together – Madonna

6. Too Little, Too Late – JoJo

5. Hips Don’t Lie – Shakira

4. Buttons – Pussycat Dolls

3. So Sick – Ne-Yo

2. Promiscous – Nelly Furtado feat. Timbaland

1. My Love – Justin Timberlake

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Eu confesso que gosto de algumas dessas parcerias, hehe. E vocês?

Mais nostalgia:

Back to 2007
Back to 2005

Back to 2004
Back to 2003
Back to 2002
Back to 2001
Back to 2000 

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Back to 2005

Até 2003, a única coisa diferente de pop que eu gostava era Red Hot Chili Peppers. Em 2004, conheci um pouco de indie e comecei a me apaixonar. Mas, foi em 2005, com o boom das bandas de rock alternativo, que eu realmente expandi meus horizontes. Do pessoal que apareceu há 6 anos, Killers e Kaiser Chiefs se tornaram e ainda são algumas das minhas bandas favoritas. Keane e Franz Ferdinand já estiveram melhores no meu conceito, mas continuam bem cotados.

10. My Humps – Black Eyed Peas

9. Hollaback Girl – Gwen Stefani

This shit is banana!

8. Candy Shop – 50 cent

7. My Boo – Alicia Keys feat. Usher

RONC!

6. La Tortura – Shakira feat. Alejandro Sanz

5. Wake me up when september ends – Green Day

A letra devia ser: “wake me up when people stop listening to this song”.

4. Take me out – Franz Ferdinand

3. Somewhere only we know – Keane

2. Everyday I love you less and less – Kaiser Chiefs

So fun!

1. Somebody Told Me – The Killers

e foi assim que tudo começou… ♥

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O que marcou 2005 para vocês?

Mais nostalgia:

Back to 2007
Back to 2006

Back to 2004

Back to 2003
Back to 2002
Back to 2001
Back to 2000

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Anna e o Beijo Francês

Anna Oliphant tem os dentes da frente separados, adora cinema e seria uma adolescente normal, não fosse pelo fato de não ter gostado quando seu pai decidiu mandá-la estudar em Paris por um ano. Anna é muito apegada à sua casa, sua mãe, seu irmão e seus amigos. Além disso, ela também havia conseguido, enfim, fisgar Toph, seu colega de trabalho. Por essas e outras é que Anna não quer se mudar. O que ela não sabe é que essa experiência irá trazer mudanças muito melhores do que ela espera.

Anna e o Beijo Francês foi um livro que eu julguei (bem) pela capa e, depois de ler algumas resenhas positivas, fiquei com ainda mais vontade de lê-lo. E não me desapontei, pelo contrário, até fui surpreendida. A trama é adolescente, sim, mas apresenta questões complexas e bem pertinentes, só que de uma maneira leve.

O livro inteiro gira em torno da vida amorosa de Anna e pode-se dizer que, em 286 páginas, pouco acontece de verdade. Falando assim, Anna e o Beijo Francês pode parecer massante, mas a verdade é que ele deixa no ar aquele mistério, que que queremos desvendar logo, ao mesmo tempo em que queremos manter por mais tempo. Aliás, vale dizer que chega um momento (lá pela página 150) que é impossível parar de ler! Tudo começa a se encaixar e, então, fica difícil encontrar uma brecha para a pausa.

O livro conta com muitas personagens, o que só deixa a história mais rica, interessante e surpreendente. Gostei muito da profundidade de algumas delas, especialmente Anna e St. Clair. A relação criada entre os dois chega a ser mágica ao mesmo tempo em que é totalmente realística e o os detalhes de cada momento que eles dividem é simplesmente fascinante. Anna e o Beijo Francês foi um dos livros que mais me fez sentir dentro da história e eu realmente amei – especialmente pelo que está escrito nas últimas duas linhas. É a forma como sempre me senti e ver isso estampado em um livro só me fez reafirmar esse sentimento. Mas esse assunto fica para outro post ;)

Título original: Anna and the French Kiss
Autora: Stephanie Perkins
Ano: 2010
Páginas: 286
Tempo de leitura: 4 dias
Avaliação: 5 estrelas

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