Monthly Archives: August 2011

Back to 2004

Em 2004, meu lado “indie” estava começando a aparecer. Mas, nem por isso, deixei de assistir Disk MTV, haha! Teve a Gwen Stefani lançando sua carreira solo, Avril Lavigne de álbum novo, a consolidação de Beyoncé como diva, a volta triunfal do Green Day e a popularidade das parcerias entre rappers e bandas/cantores de outros estilos.

10. Pieces of Me – Ashlee Simpson

9. Rich Girl – Gwen Stefani

Gostava bem mais da Gwen com o No Doubt…

8. My Happy Ending – Avril Lavigne

7. Yeah – Usher

6. My Prerrogative – Britney Spears

5. Our Lives – The Calling

4. Naughty Girl – Beyoncé

3. American Idiot – Green Day

2. Just Lose It – Eminem

Eu ria com o clipe… pra variar! Hahaha!

1. Numb/Encore – Linkin Park feat. Jay Z

“What the hell are you waiting foooor?” – vocês pararem de cantar essa música, que tal?

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E aí, gostaram? O que mais rolou em 2004?

Mais nostalgia:

Back to 2007
Back to 2006

Back to 2005
Back to 2003
Back to 2002
Back to 2001
Back to 2000 

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Filed under Música

Os E-mails de Holly

A princípio, Holly Denham parece ser simplesmente a nova recepcionista de um escritório em Londres, na Inglaterra – é quando começamos a fuçar sua caixa de e-mails. No entanto, conforme ela começa a trocar mensagens com seus irmãos, pais, amigos e colegas de trabalho, começamos a perceber que Holly guarda alguns segredos – e a sete chaves.

Logo em suas primeiras semanas no novo trabalho, Holly já engata um romance com James, um dos vice-presidentes da empresa, e se encrenca com Shella, uma das assistentes pessoais. Mas, apesar de alguns obstáculos, tudo parece estar indo muito bem. Até que alguns acontecimentos pegam Holly de surpresa e a obrigam a trazer à tona alguns de seus maiores mistérios.

O livro demora para pegar no tranco e os momentos emocionantes só começam a acontecer bem depois da metade. Digamos que, até essa parte, estamos apenas conhecendo Holly e seus contatos. Por outro lado, por ser em formato de e-mails, a leitura é leve, rápida e bastante divertida – e um dos grandes responsáveis por isso, além da própria Holly, é seu melhor amigo, Jason. No entanto, em alguns momentos, você sente que está lendo uma caixa de e-mails verdadeira – o que não é exatamente bom, já que quando lemos um livro meio que queremos os “melhores momentos”.

Eu estava curiosíssima para ler Os E-mails de Holly, mas confesso que fiquei um pouco decepcionada. Como disse acima, a história demora para engrenar – e usar o formato de e-mails como desculpa não dá, já que isso não acontece com O Garoto da Casa ao Lado, de Meg Cabot, que segue o mesmo modelo. No entanto, a obra garante algumas risadas e surpresas e o final deixa tudo em aberto para um próximo volume. Conclusão: vale a pena ler, mas digamos que são muitas páginas para pouca história.

Título original: Holly’s Inbox
Autora: Holly Denham (pseudônimo de Bill Surie)
Ano: 2011
Páginas: 770
Tempo de leitura: 5 dias
Avaliação: 3 estrelas

Mais em www.hollysinbox.com

Mais livros aqui!

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Filed under Livros

Fim de semana: iPhone, momento fitness e filmes

Esse final de semana não foi tão movimentado quanto o passado. Mas, apesar da derrota do Corinthians, foi ótimo, haha!

iPhone

Sim, depois das minhas 700 tentativas frustradas, finalmente consegui comprar meu iPhone! Sou meio mula para essas coisas tecnológicas, então, ainda estou me adaptando à modernidade do celular, haha! Mas já estou amando!

Eu estava morrendo de dó de gastar litros em uma capinha pro iPhone – e vamos combinar que tem uma mais linda que a outra. Mas, quando vi essa de pied-poulé, me apaixonei (ela é discreta, mas super fofa). E o melhor é que ganhei de presente do boyfriend :)

Ps: agradecimento especial à Pri que, além de me fazer companhia durante a compra do iPhone, ainda teve a maior paciência e me deu palavras de incentivo, haha!

Momento fitness

Sábado de manhã, fui ao evento Trial Prophecy, da Mizuno, para testar o novo modelo da marca. Dei uma corridinha bem básica, mas que foi o suficiente para acabar com as minhas pernas e costas – não tem jeito, meu negócio é localizada e Pilates.

De qualquer forma, foi bem gostoso correr um pouquinho e fazer o alongamento olhando para o céu azul azul :) E o tênis é uma maravilha de confortável.

Filmes

Para terminar o dia, escolhemos dois filminhos.

Bravura Indômita

Tenho um fraco por tudo que tem Texas e estilo western no meio, haha! Então, quando meu namorado disse que estava a fim de assistir Bravura Indômita, eu topei. Mas confesso que fiquei um pouco desapontada com o longa, que até concorreu ao Oscar de Melhor Filme esse ano. Por ser uma obra dos irmãos Coen, esperava um filme mais denso e cheio de reviravoltas. As marcas registradas dos diretores só aparece nos diálogos sarcásticos e, claro, na dose de humor negro. As atuações de Jeff Bridges e Hailee Steinfeld estão simplesmente incríveis e, com certeza, são o grande atrativo do longa. No entanto, considero Brabura Indômita um bom filme sobre vingança, e só.

Título original: True Grit
Diretor: Joel e Ethan Coen
Ano: 2010
Minutos: 110
Elenco: Jeff Bridges, Matt Damon e Hailee Steinfeld
Avaliação: 3,5 estrelas

Rio

Eu estava gostando até a hora em que eu dormi… mas, pelo pouco que vi, Rio não foge muito do padrão das animações mais recentes – ou seja, parece ser bom. De qualquer forma, fiquei surpresa com o Rodrigo Santoro, tanto pelo bom inglês, quanto (e principalmente) pela atuação. O problema foi que fiquei vendo o Jesse Eisenberg e a Anne Hathaway em vez de Blu e Jewel¬¬

Título original: Rio
Diretor: Carlos Saldanha
Ano: 2011
Minutos: 96
Elenco: Jesse Eisenberg, Anne Hathaway, Rodrigo Santoro, Jamie Foxx e Will.i.am
Avaliação: não é justo avaliar sendo que eu dormi, né?

Como foi o final de semana de vocês?

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Filed under Consumo

Box: casamentos

Resolvi criar uma tag para reunir vários livros e filmes sobre um assunto específico. E, para inaugurar a novidade (sexta-feira é o dia perfeito, né?), escolhi um tema que costuma render boas histórias e que agrada a maioria das mulheres: casamento.

Para assistir

A Proposta

Ryan Reynolds e Sandra Bullock eram um casal improvável na minha cabeça, mas não é que os dois têm química? A história não é das mais originais, mas, com Ryan e Sandra no elenco, só poderia ser divertida e engraçada.

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Noiva em Fuga

Esse é um filme que acho superestimado. Embora tenha uma trama original, alguma coisa nele não me cativou. Talvez seja a raiva que eu senti de Maggie, personagem de Julia Roberts, ou a repetição do par romântico – Julia e Richard Gere, que também formaram um casal no clássico Uma Linda Mulher. Mas sempre vale a pena assistir um filme icônico – nem que seja pra meter o pau depois!

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Noivas em Guerra

A história fala mais sobre amizade do que amor. Como Kate Hudson e Anne Hathaway são naturalmente engraçadas, o filme ganha também toque de humor e o desfecho tem uma dose de surpresa e é super emocionante – pelo menos para quem gosta de de casórios. É o tipo de coisa que pode fazer você se apaixonar ou odiar casamentos.

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O Casamento do Meu Melhor Amigo

Clássico entre os filmes sobre casamentos! Eu demorei para assistir e, quando finalmente vi, me arrependi por não ter dado atenção antes. A primeira razão é o Dermot Mulroney super lindo e novinho (hehe). A segunda é que a história é romântica de uma maneira divertida, tem cenas de amor simplesmente maravilhosas e um final surpreendente.

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O Melhor Amigo da Noiva

A versão masculina de O Casamento do Meu Melhor Amigo é igualmente fofa e divertida. No entanto, como já conhecíamos o filme estrelado por Julia Roberts e Dermot Mulroney, a história perde um pouco do apelo. De qualquer forma, o longa também tem momentos surpreendentes e conta com Patrick Dempsey!

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O Noivo da Minha Melhor Amiga

Quando fui assistir ao filme, achei que seria cansativo por se tratar de mais uma história com noivo, noiva, melhor amigo, melhor amiga. Mas fui pega de surpresa. Por alguma razão, O Noivo da Minha Melhor Amiga me cativou de uma maneira inesperada, tanto que quis até ler o livro homônimo, que deu origem ao filme. Além disso, o longa também consegue surpreender, ao fugir um pouco dos outros que tratam do mesmo assunto.

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Vestida Para Casar

Melhor filme sobre casamento para quem tem vontade de casar, mas está solteira – e sem previsão de juntar os trapos. A história é interessante e as atuações de Malin Akerman e Katherine Heigl são bem engraçadinhas. Além disso, rola uma inspiração básica para quem vai ser madrinha de casamento e não sabe o que vestir – afinal, Katherine desfila nada menos do que 27 modelitos.

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Muito Bem Acompanhada

Mais um filme que vale pela beeeeela presença de Dermot Mulroney – dessa vez, alguns anos mais velho. O casamento não é o centro das atenções da história, mas desempenha papel fundamental. O longa, no entanto, é bem curto e um tanto fraquinho. Perfeito para uma sessão da tarde despretensiosa.

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Antes Só Do Que Mal Casado

Assim como em Muito Bem Acompanhada, o casamento não é o foco principal em Antes Só Do Que Mal Casado, mas é importante para o desenrolar da história. Com Ben Stiller e Malin Akerman, o longa só poderia ser algo mais comédia do que romântico. Pra ser sincera, história é bobinha, mas vale a pena para dar umas risadas.

O Casamento dos Meus Sonhos

Mais um filme perfeito para quem realmente adora casamentos e também gosta de contos de fadas. Apesar de ser bem previsível, O Casamento dos Meus Sonhos é bem fofo!

Para ler

O Noivo da Minha Melhor Amiga, Emily Giffin

Como contei acima, li o livro após assistir o filme. E, embora o longa seja bem fiel à obra original, foi uma experiência completamente diferente. Recomendo muito!

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As Listas de Casamento de Becky Bloom, Sophie Kinsella

Como falei no post sobre a Becky Bloom, As Listas de Casamento de Becky Bloom é o primeiro livro da série que é realmente tenso. Um dos meus favoritos entre todos os da Sophie Kinsella, é claro que eu super recomendo – mas não se esqueçam de ler os dois primeiros antes!

Leia mais aqui

A Rainha da Fofoca e A Rainha da Fofoca – Em Nova Iorque, Meg Cabot

Em  A Rainha da Fofoca, a história de Lizzie Nichols começa no casamento do amigo de um amigo e só o clima já contagia quem gosta do assunto. Já no segundo volume da série, A Rainha da Fofoca – Em Nova Iorque, não temos nenhum casamento. Mas, como a protagonista trabalha com restauração de vestidos de noiva e é louca para casar, não tem como não pensar no assunto. O livro ainda traz vários croquis de vestidos de noiva e ainda diz para qual tipo de corpo o modelo é mais indicado.

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E aí, quais vocês já assistiram/leram? Quais outros vocês indicam?

Nota de rodapé: alguém já assistiu O Casamento do Meu Ex, com Katie Holmes e Josh Duhamel?

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Filed under Box, Filmes

Back to 2003

Em 2003, o pop ainda dominava as “paradas de sucesso”, mas já estava perdendo força. A prova disso é que bandas como Audioslave e Linkin Park começavam a aparecer entre as 10 mais votadas do dia.

10. Why Don’t You and I – Santana feat. Alex Band

Ainda acho esse clipe uma fofurinha! Hahaha!

9. All I Have – Jennifer Lopez

8. Losing Grip – Avril Lavigne

7. Fighter – Christina Aguilera

6. Like a Stone – Audioslave

Foi aí que descobri o quanto o Chris Cornell é gato.

5. Numb – Linkin Park

4. Die Another Day – Madonna

3. Bring me to Life – Evanescence

Amy Lee, a suicida wannabe.

2. Me Against the Music – Britney Spears feat. Madonna

O dueto do ano!

1. Rock Yor Body – Justin Timberlake

Justin mostrando porque foi o único Nsync’ a se dar bem!

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Qual foi a trilha sonora de vocês em 2003?

Mais nostalgia:

Back to 2007
Back to 2006

Back to 2005

Back to 2004

Back to 2002
Back to 2001
Back to 2000 

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Filed under Música

Ame o que é seu

Ellen Dempsey perdeu a mãe aos 13 anos e precisou batalhar bastante para chegar a algum lugar. No entanto, a vida lhe foi generosa anos depois e, perto dos 30, a fotógrafa vive um casamento perfeito com Andy Graham, mora bem em Nova Iorque, é apaixonada pelo trabalho e tem uma fiel melhor amiga – a Margot que, não por acaso, é irmã de Andy. Ou seja, Ellen tem o que grande parte das mulheres da sua idade poderiam desejar e valoriza cada detalhe de sua, agora, boa vida. Até o dia em que reencontra Leo, seu ex-namorado, casualmente, após 8 anos sem vê-lo.

O encontro teria sido apenas uma obra sem importância do destino, se o final do relacionamento com Leo não fosse um assunto mal-resolvido para Ellen. No entanto, a fotógrafa não sabia – ou preferia fingir que não sabia – que guardava tantas mágoas do ex . Por conta disso, logo, o reencontro, a princípio inocente, traz à tona sentimentos reprimidos e lembranças que, na verdade, ela jamais deixou para trás. O misto de medo, orgulho e, quem sabe, amor faz com que Ellen deixe que Leo retorne à sua vida. E, então, a crise está instalada e a fotógrafa precisa se decidir entre se aventurar com o ex-namorado ou continuar sua vida perfeita com atual marido, Andy.

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CUIDADO, CONTÉM SPOILER!

Eu estava simplesmente amando o livro e me identificando com cada momento vivido pela Ellen. Já passei por situação parecida e tudo me pareceu extremamente real: a culpa pela dúvida, o medo do arrependimento, a paixão incontrolável… Até que cheguei às 10 últimas páginas, quando percebi que ela não voltaria para o Leo e seguiria sua vida com o Andy. O problema todo é que Emily Giffin passa o livro inteiro criando uma imagem não muito agradável de Andy e dos Graham. Já Leo, embora também tenha seus defeitos, é quem parece fazer com que Ellen seja e, mais importante, se sinta ela mesma.

Naquelas páginas finais, ela muda de ideia repentinamente e, na minha opinião, justamente pelas razões que evitou levar em consideração durante toda a história. Por isso, devo dizer que Ame o que é seu foi uma grande decepção. Quando comecei a lê-lo, achei que o título remetesse a uma descoberta pessoal e, acima de tudo, sincera – mesmo o título original sendo “ame aquele que está com você”, em tradução livre. No final, fiquei com a sensação de que Ellen optou pelo caminho mais fácil e ainda foi desonesta – com Andy, Leo e, principalmente, com ela mesma.

PRONTO, ACABOU O SPOILER!

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Mesmo não tendo a história mais original do mundo, Ame o que é seu é envolvente e realmente prende a atenção – dá vontade de ler numa tacada só. O livro inteiro gira em torno do dilema de Ellen e, embora isso possa parecer cansativo, é aí que está o super ponto positivo da obra: sã0 312 páginas de uma combinação perfeita entre reflexões, romance e tensão. As personagens foram muito bem construídas pela autora, o que dá ainda mais veracidade à história, enquanto as cenas em que ela narra os encontros entre Ellen e Leo são simplesmente perfeitas – as sensações chegam a ser reais.

Embora o final não tenha sido o que eu esperava, a lição que Ame o que é seu me deixou foi que devemos nos apegar àquilo que é verdadeiramente nosso. Por isso, antes de dizer que amamos, precisamos nos conhecer de verdade para, então, descobrir do que realmente gostamos. Com sinceridade, sem medos, frescuras ou censuras – afinal, existe algo mais nosso do que isso?

Título original: Love the one you’re with
Autora: Emily Giffin
Ano: 2010
Páginas: 312
Tempo de leitura: 6 dias
Avaliação: 3 estrelas

Mais Emily Giffin:

O Noivo da Minha Melhor Amiga
Something Blue 

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Antes pessimista surpresa do que otimista frustrada

Eu diria que não sou otimista, nem pessimista. Sou o famoso meio-termo ou, podemos dizer, racional: procuro analisar as situações antes de gerar expectativas – isso não quer dizer que eu sempre consiga. Por isso, acabo pendendo pro lado do pessimismo, mas isso tem uma razão: ODEIO me sentir frustrada – eu sei, ninguém gosta, mas eu não sei lidar muito bem com esse sentimento.

I’m not Miss Brightside…

Então, sempre que tenho um desafio ou uma situação de expectativa, tento manter os pés no chão e pensar no que farei caso as coisas não aconteçam do jeito que planejei/desejei. Quem acredita em lei da atração vai dizer que estou errada em pensar assim, mas, vamos combinar: se pensar positivo realmente trouxesse só coisas boas, os otimistas seriam donos do mundo. De qualquer forma, acho que o importante é não ser um extremo, nem outro. Afinal, ser surpreendida por um final feliz é ótimo e sonhar um pouquinho nunca fez mal à ninguém!

Então, é por isso que eu digo: antes pessimista surpresa do que otimista frustrada. O que vocês acham?

Nota de rodapé: prometo que a próxima trilha sonora de post não será The Killers, haha!

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Filed under Comportamento